As manifestações artísticas do Brasil representam nossa cultura e mostram um processo histórico de evoluções e conquistas. Nossa arte é miscigenada, com influências de diversos países, assim como nosso povo.
Começamos nosso processo artístico nos artefatos de cerâmica e nas formas e cores das criações indígenas. A arte barroca veio com força junto com os jesuítas e a doutrina cristã. A Corte portuguesa trouxe ao Rio de Janeiro o Academismo, e novas escolas de arte nasceram. Com o Brasil independente surgiram obras nacionalistas exaltando a natureza e a pátria. Nomes como Victor Meirelles exemplificam essa etapa.
Na primeira metade do século XX surgiu o Modernismo brasileiro, amplo movimento cultural que repercutiu fortemente sobre a cena artística e a sociedade, reivindicando liberdade às regras anteriores. A Semana de Arte Moderna de 1922 serviu de palco para essas novas experiências. Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Tarsila Amaral são os grandes nomes do Modernismo.
A arte continuou passando por modificações, e Portinari brilhou com a tela Café, que denunciava as desigualdades sociais. A ditadura trouxe novas técnicas e novas formas de enxergar o ser humano na natureza. Com a abertura política, veio a explosão da temática do corpo. A arte Naïf, que acompanhava os outros movimentos, teve destaque nas mãos de Heitor dos Prazeres e Djanira.
A arte moderna atual toma rumos nunca previstos. Materiais se misturam, a fotografia entra em cena e a transformação continua. Vik Muniz é um exemplo de sucesso internacional, com um trabalho diferenciado e o uso de materiais perecíveis. Os próximos passos dependem da criatividade e da evolução de nosso povo.
Grandes obras brasileiras:
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